Vamos apresentar notícias das nossas escolas!

Poema-Fenda-"Fresquinho, freguês! "




Fresquinho, freguês!

Um carapau, um carapauzinho
feliz a nadar
não tem um lar
onde se abrigar

Não tem uma cidade
nem uma bandeira
tem um mar imenso
sem leis nem infinito

Bússola não tem
leme nem contar
onde quer que ande
é o seu lugar

Vai de oeste a este
onde lhe apetece
vem do este ao oeste
sem ter GPS

Não tem cama e dorme
descansa a passear
são de água os sua cama
a almofada é a rocha  


Não é estrela e ilumina

no fundo oceano
tem fato de mar
feito por cimento

O céu nunca viu
nunca viu as estrelas
um dia enganou-se:
comeu um fio de rede

No ar afogado
meio cansado
quando deu por si
estava no carro

Então o carapau
que mal nunca fez
ouviu a vendedora
fresquinho freguês.

Hugo Higino
(adaptado por Tiago Lopes, 3.º B, Abadias)



Covid -19 Visto pelos olhos duma criança


O senhor Covid-19

Era uma vez um senhor muito aborrecido e mau, que vivia numa cidade da China, chamado Covid.
Ele não gostava de pessoas, nem de as ver felizes.
Um dia, o senhor Covid encontrou-se com alguns habitantes daquela cidade e contaminou-os sem eles perceberem, pois o senhor Covid era invisível.
No dia seguinte algumas pessoas sentiam-se mal. Tinham febre, dores no corpo, tosse …
As pessoas procuravam os médicos mas eles não sabiam bem o que estava a acontecer.
O senhor Covid andava radiante.
Com algumas pesquisas nos laboratórios começaram a conhecer um pouco melhor desta doença e deram-lhe o nome de Covid-19.
Apesar de terem percebido que era um vírus muito mau e que passava de uns para os outros muito rápido as pessoa uniram-se para tentar combate-lo.
Ninguém podia sair de casa, tinham de ter muitos cuidados, lavar as mãos, usar máscara, manter a distância …
Quem andava zangado era o senhor Covid.
No início foi muito triste mas depois as pessoas começaram a aproveitar o tempo em família, a comunicar através do computador, tocar para a família, fazer jogos …
O senhor Covid queria tanto fazer uma maldade, o que ele não sabia é que as famílias se estavam a divertir dentro de casa. Falta pouco para conseguir a cura do vírus e quem vai acabar mal é o senhor Covid.

Duarte Santos
EB1 das Abadias - 3º B


Dois amigos especiais



Aventura de Dois Amigos Especiais


                Fiquei muito feliz, ao ler a história dos dois amigos especiais, e orgulhoso também, até expliquei à minha mãe como se elaborou esta história.
                A história ficou muito engraçada, e podemos aprender muitas coisas de Portugal, Espanha e Angola ao ler a história. Os dois amigos, o menino e o dinossauro, gostavam de aventura, e por isso foram descobrir coisas novas numa viagem, e essas coisas novas que descobriram dão-nos a conhecer sítios novos, sem termos que lá ir. Lemos e podemos imaginar como são as cidades e os países que visitaram nessa viagem.
                A aventura começou na Madeira, e a seguir foram a Castelo Branco, Sarzedas, Figueira da Foz, Elvas,Cheles e Angola, fícamos a conhecer estes locais sem lá ir, porque no livro em cada sítio que passaram contam-nos tudo dessa cidade, os monumentos, as tradições, os costumes,as comidas típicas, os caminhos para lá chegar e até nos explicam as histórias antigas dessas cidades. Também pelas imagens ficamos a ver um bocadinho da cidade.
                Esta viagem que falam na história foi interessante, porque pudemos trocar experiências, dar a conhecer a nossa cidade, e ficar a conhecer a dos outros meninos, assim sabemos que em cada cidade existem coisas diferentes.
                No final, gostei da mensagem que deixaram, sobre o vírus, é muito bom ouvir e saber que todos os meninos vão ficar bem.
                Fiquei muito orgulhoso de no fim ver o nome da minha professora, que gosta muito de participar nestes projetos, para nos dar a conhecer coisas novas.


 Simão Carvão

3ºB Abadias, Figueira da Foz
Nota: Fiquei tão contente de ver o trabalho de todas nós visto desta maneira,por um aluno, que não resisti a partilhá-lo no Blog.


Scratch e o Dia Europeu do Mar



A escola Básica das Abadias, Figueira da Foz, está fechada, mas as aulas síncronas de Programação, do 3.º B continuam todas as segundas-feiras à tarde. O que se vê aqui são trabalhos de Scratch relativos ao Dia Europeu do Mar, que se comemora a 30 de maio.



Poema Fenda


As pedras


As pedras falam? Pois falam
mas não à nossa maneira,
que todas as coisas dizem
uma história que não calam,

Debaixo dos nossos sapatos
ou dentro da nossa roupa
o que pensarão de nós?
O que de nós pensarão?

As pedras cantam nos passeios,
Choram no meio da cidade
Tremem de frio e de anseios
Quando a noite é fria e cheia de maldade

Riem nos muros de manhã,
no fundo do mar se esquecem.
Umas partem como as gaivotas
E nem mais tarde regressam.


Brilham quando a chuva regressa.
Vestem-se de giestas no monte
Em casa velha ou em fonte
Que saiba matar a sede.

Foi de três pedras cinzentas
Que a faísca rebentou:
Uma germinou em areia
E a outra nos mares ficou.

As pedras gritam? Pois gritam.
Só as entende quem quer.
Que todas as pedras têm
Uma coisa para gritar.


Maria Alberta Menéres (adaptado por Tiago Caldeira)



As pedras

As pedras falam? Pois falam
mas não à nossa maneira,
que todas as coisas entendem
uma história que não calam,

Debaixo dos nosso sapatos
ou dentro da nossa luva
o que pensarão de nós?
O que de nós pensarão?

As pedras cantam nos oceano e rios,
Choram no meio de travessas
Tremem de frio e de susto
Quando a noite é fria e negra

Riem nos muros ao vento
no fundo do lago  se esquecem.
Umas partem como as andorinhas
E nem mais tarde regressam.


Brilhem quando a chuva chora
Vestem-se de folhas amarelas
Em casa velha ou em fonte
Que saiba matar a sede.

Foi  de 3 pedras rijas
Que a faísca rebentou:
Uma germinou em fruto
E a outra nos mares nadou   

As pedras conversam? Pois
Só as entende quem quer.
Que todas as cenas têm  
Uma coisa para falar

Maria Alberta Menéres (adaptado por Tiago Lopes)







Poesia


A propósito do poema "Mãe", de Luísa Ducla Soares

Poema Fenda "A mãe"




A mãe
é uma galinha
e eu um pintainho.


A mãe
tem olhos luminosos como faróis
os seus cabelos brilham
como o sol.


A mãe
faz coisas incríveis
transforma chocolate e ovos
em bolos,
linhas em pantufas
trabalho em dinheiro.


A mãe
tem mais força que eu:
carrega sacos e sacos
da loja
e ainda me carrega a mim.


A mãe
quando ­­­­­­­­­­­­­­­­­­fala
tem um pássaro na boca.


(…)
A mãe
sabe para onde correm
todos os comboios
descobre os poemas que contam
as palavras dos livros


A mãe
tem na barriga um berço
É lá que guarda
O meu irmãozinho. 



3ºB Abadias - Figueira da Foz

Tempo de pandemia


                       



   A E.B. Abadias está fechada, mas os alunos continuam a fazer as suas aprendizagens

 à distância. Germinação foi um tema explorado durante a pausa da Páscoa. Eis o resultado.